A Caverna

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SINOPSE

Uma pequena olaria, um centro comercial gigantesco. Um mundo em rápido processo de extinção, outro que cresce e se multiplica como um jogo de espelhos onde não parece haver limites para a ilusão enganosa. Este romance fala de um modo de viver que vai sendo cada vez menos o nosso e assoma-se à entrada de um brave new world cujas consequências sobre a mentalidade humana são cada vez mais visíveis e ameaçadoras. Todos os dias se extinguem espécies animais e vegetais, todos os dias há profissões que se tornam inúteis, idiomas que deixam de ter pessoas que os falem, tradições que perdem sentido, sentimentos que se convertem nos seus contrários. Fim de século, fim de milénio, fim de civilização.

Caligrafia da capa por EDUARDO LOURENÇO
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Quase perfeito
Natasha Salles | 2020-01-24
Há quem diga que Saramago “se acomodou” com o Nobel ao escrever este que foi seu primeiro romance após receber o distinto prêmio. Acho a crítica injusta, mas admito que senti falta de um clímax mais aprofundado, me pareceu muito curto se compararmos à cena de Jesus no lago no Evangelho. Mesmo assim, a história é fantástica e a forma como o autor faz pontes com a Caverna Platônica é magistral. ALERTA SPOILER, NÃO CONTINUE A LER SE AINDA NÃO LEU O LIVRO: meu sonho por exemplo era que houvesse artigos de barro na caverna subterrânea encontrada por Cipriano Algor, uma vez que esses objetos existem há quase 30000 anos, poderiam ter sido evidentemente os objetos a projetar sombras na parede da gruta. Eu não tenho a capacidade filosófica e literária de Saramago, mas acredito que ele saberia extrair alguma comparação interessante com os objetos que o protagonista fabricava. Enfim, a cena da gruta me pareceu ter sido escrita meio que às pressas, o que é por assim dizer desesperador para o leitor que está lendo um livro sabendo que este foi inspirado no mito platônico. Minha expectativa era que quando os dois se encontrassem, o mito inspirador e a ficção inspirada, que muitas mais pontes de comunicação entre eles fossem construídas. Mas, se faltam as pontes entre os dois na dita cena, elas abundam na obra de modo geral.
Um homem incoercível
A.F. | 2017-01-19
Um livro sóbrio, bastante crítico, mas que nos permite olhar o mundo de um forma diferente, como só José Saramago nos era capaz de conduzir, através deste inigualável romance. Um oleiro, a sua filha e um segurança, vão viver as consequências de um mundo cada vez menos complacente, que os leva para dentro de um centro comercial. Uma grande obra, que reflete acerca daquilo que vai contíguo àquilo que vem e as suas inevitáveis consequências. Magnífica obra.

DETALHES DO PRODUTO

A Caverna
ISBN: 978-972-0-04654-3
Edição/reimpressão: 02-2018
Editor: Porto Editora
Código: 04654
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
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