A Árvore

Sophia de Mello Breyner Andresen; Ilustração: Teresa Lima
avaliação dos leitores (12 comentários)
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ISBN: 978-972-0-72629-2
Edição/reimpressão: 07-2013
Editor: Porto Editora
Código: 72629
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para alunos sem hábitos de leitura no 5.°/6.° anos, destinado a leitura orientada.

Neste livro, Sophia recria, de forma muito pessoal, dois contos tradicionais japoneses. Com «A árvore» e «O espelho ou o retrato vivo» somos transportados para o exotismo do Oriente, mas encontramos, como em tantas outras obras da autora, na primeira história, a valorização da natureza, da harmonia e do equilíbrio; na segunda, a importância dos laços familiares e das vivências afetivas.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

melhor do mundo
LER+ | 2021-01-26
este esta prestes a se tornar um dos melhores livros do mundo
Opinião
Fernanda Carvalho | 2016-01-22
Li-o com o meu filhote e ambos gostámos muito. A escrita de Sophia e mágica e as ilustrações estão muito boas.

DETALHES DO PRODUTO

A Árvore
ISBN: 978-972-0-72629-2
Edição/reimpressão: 07-2013
Editor: Porto Editora
Código: 72629
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 224 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 36
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros de Referência
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de Novembro de 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944 sai, em edição de autor, o seu primeiro livro de poemas, Poesia, título inaugural de uma obra incontornável que a torna uma das maiores vozes da poesia do século xx. Os seus livros estão traduzidos em várias línguas e foi muitas vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objectos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis.
Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado activamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da «Carta dos 101 Católicos» contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, conseguida em 2002.
Faleceu a 2 de Julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
No dia em que se celebrou o centenário do seu nascimento, a 6 de Novembro de 2019, é-lhe concedido a título póstumo o Grande-Colar da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.
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