A saúde mental e a parentalidade ocupam cada vez mais espaço nas conversas do dia a dia. Entre o aumento da ansiedade e a pressão para sermos pais perfeitos, multiplicam-se as dúvidas, os receios e a procura por respostas fiáveis. É neste contexto que a Albatroz publica dois novos livros que ajudam a olhar para estas questões com mais clareza e menos culpa.
Em O meu nome não é ansiedade, o psicólogo Pedro Coutinho, fundador de uma das maiores comunidades digitais dedicadas à ansiedade em Portugal, propõe um guia acessível e baseado na ciência para compreender esta realidade que afeta tantas pessoas. Ao longo das páginas, desmistifica sintomas, explica mecanismos psicológicos e apresenta estratégias práticas inspiradas na terapia cognitivo-comportamental, para que quem sofre de ansiedade consiga ter mais qualidade de vida.
Já em O colo (não) vicia, a psicóloga Filipa Castanhinha desafia alguns dos mitos mais persistentes da parentalidade. Com uma abordagem empática e fundamentada, mostra como é possível educar com firmeza e afeto, sem ceder à pressão das opiniões contraditórias que tantas vezes rodeiam as famílias. Tudo isto sem esquecer o motivo pelo qual decidiu escrever este livro e que se materializa no último capítulo: é preciso uma aldeia para educar uma criança.
Diferentes nos temas, mas unidos pelo mesmo propósito, estes dois livros oferecem ferramentas para lidar com desafios muito presentes na vida contemporânea, promovendo relações mais saudáveis connosco próprios e com os outros.