2018-01-29

A estreia em Portugal de Eric Nepomuceno

Um conjunto das melhores histórias do contista brasileiro será apresentado pelo autor em fevereiro, na Póvoa de Varzim e em Lisboa.

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Bangladesh, talvez e outras histórias é o livro que marca a estreia do brasileiro Eric Nepomuceno em Portugal.


Esta compilação dos melhores contos do autor, que a Porto Editora publica a 1 de fevereiro, será apresentada pelo próprio na Póvoa de Varzim, no âmbito do encontro Correntes d’Escritas, e posteriormente em Lisboa.

Reputado e premiado tradutor e jornalista, Eric Nepomuceno navega na ficção através dos seus contos, já traduzidos para várias línguas, e com eles entramos no rico universo latino- -americano. Nesta compilação única, feita em conjunto com o autor, revelamos as suas histórias mais emblemáticas.

SINOPSE

Numa escrita cadenciada ao ritmo dos silêncios, um homem invariavelmente só, como a casa branca que se ergue sempre no cimo de uma colina, tudo espiando. As mulheres, as de toda a vida, e as outras, incapazes de preencher um vazio que se preenche a si mesmo, num mosaico de histórias densas, concisas e intensas, de um escritor que prefere desarticular a realidade, dizendo menos e sugerindo mais. Nelas se vê a clara influência do universo literário latino-americano, a única e verdadeira geografia de Eric Nepomuceno.

O AUTOR

Eric Nepomuceno nasceu em 1948 e é autor de livros de contos (A palavra nunca, 40 dólares e outras histórias, Quarta-feira, Antologia Pessoal) e de não ficção (O massacre, A memória de todos nós, Cuba: anotações sobre uma revolução, entre outros). Os seus contos foram traduzidos para holandês, francês, húngaro, inglês e castelhano.

Traduziu mais de oitenta livros de alguns dos mais importantes autores hispano-americanos contemporâneos, como Julio Cortázar, Juan Rulfo, Gabriel García Márquez e Eduardo Galeano. Em três ocasiões obteve o Jabuti, o mais importante prémio literário brasileiro, para as suas traduções. Como autor, foi finalista em quatro ocasiões e numa, pelo seu livro O massacre, obteve o segundo lugar.

Entre 1965 e 1986 atuou no jornalismo quotidiano. Atualmente, é colaborador do jornal argentino Página 12 e colunista do mexicano La Jornada.

Entre 1973 e 1983, foi correspondente estrangeiro na Argentina, Espanha e México e América Central. É considerado, no seu país, um dos autores mais vinculados ao universo latino-americano.

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