Valentina Marcelino
notícias
Palavra de candidato
2025-11-06 / Numa nova entrevista em livro, Henrique Gouveia e Melo tem finalmente tempo para explicar porque avançou para Belém, como olha o país e o mundo, e como se vê a si. Um testemunho na primeira pessoa, que chega às livrarias a 13 de novembro.
biografia
Valentina Marcelino nasceu em Lisboa, em 1968. Quase a completar quatro décadas como jornalista, com carteira profissional desde 1986, é atualmente diretora-adjunta do Diário de Notícias, cujo quadro integrou em 2018. Começou a sua carreira na antiga agência de notícias ANOP, seguindo-se o jornal África, Expresso e BBC World Service em Londres, onde também foi correspondente do Público e da TSF.
Esteve em Angola, entre 1989 e 1991, a trabalhar num projeto local das Nações Unidas para o desenvolvimento.
Em 1994 foi distinguida pelo Clube Português de Imprensa, vencendo o prémio Revelação Imprensa com uma reportagem, no Expresso, sobre uma colónia para os filhos dos presos políticos portugueses. Nos dezasseis anos em que foi jornalista neste semanário, fez várias reportagens no estrangeiro: acompanhou a GNR no Iraque, em 2005, e foi ao Sri Lanka e à Indonésia após o tsunami de 2004.
Auditora de Defesa Nacional desde 2007, especializou-se em temas de segurança...
Esteve em Angola, entre 1989 e 1991, a trabalhar num projeto local das Nações Unidas para o desenvolvimento.
Em 1994 foi distinguida pelo Clube Português de Imprensa, vencendo o prémio Revelação Imprensa com uma reportagem, no Expresso, sobre uma colónia para os filhos dos presos políticos portugueses. Nos dezasseis anos em que foi jornalista neste semanário, fez várias reportagens no estrangeiro: acompanhou a GNR no Iraque, em 2005, e foi ao Sri Lanka e à Indonésia após o tsunami de 2004.
Auditora de Defesa Nacional desde 2007, especializou-se em temas de segurança...
Valentina Marcelino nasceu em Lisboa, em 1968. Quase a completar quatro décadas como jornalista, com carteira profissional desde 1986, é atualmente diretora-adjunta do Diário de Notícias, cujo quadro integrou em 2018. Começou a sua carreira na antiga agência de notícias ANOP, seguindo-se o jornal África, Expresso e BBC World Service em Londres, onde também foi correspondente do Público e da TSF.
Esteve em Angola, entre 1989 e 1991, a trabalhar num projeto local das Nações Unidas para o desenvolvimento.
Em 1994 foi distinguida pelo Clube Português de Imprensa, vencendo o prémio Revelação Imprensa com uma reportagem, no Expresso, sobre uma colónia para os filhos dos presos políticos portugueses. Nos dezasseis anos em que foi jornalista neste semanário, fez várias reportagens no estrangeiro: acompanhou a GNR no Iraque, em 2005, e foi ao Sri Lanka e à Indonésia após o tsunami de 2004.
Auditora de Defesa Nacional desde 2007, especializou-se em temas de segurança interna e de defesa. Em 2023, criou o podcast «Soberania», que deu origem ao livro Soberania – 45 Convidados em 16 Conversas.
Em 2024 foi coorganizadora da obra Liberdade de Imprensa em Portugal e na Europa, que reuniu 63 autores, jornalistas e juristas, para comentar trinta acórdãos do Tribunal de Justiça da União Europeia.
Esteve em Angola, entre 1989 e 1991, a trabalhar num projeto local das Nações Unidas para o desenvolvimento.
Em 1994 foi distinguida pelo Clube Português de Imprensa, vencendo o prémio Revelação Imprensa com uma reportagem, no Expresso, sobre uma colónia para os filhos dos presos políticos portugueses. Nos dezasseis anos em que foi jornalista neste semanário, fez várias reportagens no estrangeiro: acompanhou a GNR no Iraque, em 2005, e foi ao Sri Lanka e à Indonésia após o tsunami de 2004.
Auditora de Defesa Nacional desde 2007, especializou-se em temas de segurança interna e de defesa. Em 2023, criou o podcast «Soberania», que deu origem ao livro Soberania – 45 Convidados em 16 Conversas.
Em 2024 foi coorganizadora da obra Liberdade de Imprensa em Portugal e na Europa, que reuniu 63 autores, jornalistas e juristas, para comentar trinta acórdãos do Tribunal de Justiça da União Europeia.
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livros
Nesta grande entrevista, conduzida por Valentina Marcelino, Henrique Gouveia e Melo tem finalmente tempo para se explicar: porque avançou para a candidatura a Belém e quando o decidiu; como olha Portugal e o mundo; como se olha a si e aos outros. Em Gouveia e Melo – As Razões, o almirante não só partilha a sua visão sobre os diferentes setores do país – defesa, saúde, educação, habitação, cultura e outros –, como recorda a sua infância passada entre Moçambique, Viseu e o Brasil, refletindo sobre a influência dessas paragens no seu pensamento. Aborda ainda os tempos na Marinha – desde a acusação de ser comunista à polémica nomeação para chefe da Armada – e reflete sobre a política portuguesa. Eis o livro que faltava: Gouveia e Melo em discurso direto, sem interpretações ou análises. A voz é sua.
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Palavra de candidato
2025-11-06 / Numa nova entrevista em livro, Henrique Gouveia e Melo tem finalmente tempo para explicar porque avançou para Belém, como olha o país e o mundo, e como se vê a si. Um testemunho na primeira pessoa, que chega às livrarias a 13 de novembro.
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