As Rosas de Barbacena
No Hospital Colónia de Barbacena, onde o esquecimento foi política de Estado, Teresinha é internada grávida e sem defesa.
Bernardo, um homem comum, recusa aceitar que o silêncio seja destino dos vivos. Separados por grades, papéis e escolhas irreversíveis, constroem uma ligação feita de cuidado, responsabilidade e promessa.
Quando Bernardo parte em busca da filha de Teresinha – levada ainda criança para longe da mãe –, o romance atravessa cidades, países e tempos, revelando como a violência institucional não termina nos muros que a escondem: prolonga-se nos corpos e transforma a memória num registo que não se apaga.
Um romance que confronta, comove e permanece muito depois da última página.
comentários dos leitores
Parabéns ao autor por este livro e outros já editados, mas, que vou ler! Tenho uma curiosidade e desejo especial por "A Arte de Caçar Destinos", será o próximo.
Um grande bem haja para este senhor e que continue a contribuir com as suas obras para o gosto pela leitura.
Saudações amigas.
maria jose