O colo (não) vicia
“No meu tempo, não havia birras.”“O castigo ensina.” “Trata todos os filhos da mesma maneira.”
Já não se educa como antigamente. Com base no que hoje sabemos sobre o cérebro, o vínculo e o desenvolvimento infantil, O colo (não) vicia convida a revisitar ideias que foram aceites sem questionar e acabaram por moldar a forma como educamos – verdadeiras heranças invisíveis que continuam a influenciar as nossas decisões.
Inspirada no provérbio africano “é preciso uma aldeia para criar uma criança”, Filipa Castanhinha cruza o conhecimento científico com a experiência prática com famílias para desconstruir mitos e lançar novas perspetivas sobre os desafios atuais de educar.
Esta obra abre espaço ao diálogo entre gerações, convidando a uma parentalidade menos polarizada e mais consciente, menos solitária e mais partilhada, porque educar pode (e deve) ser um caminho feito em conjunto.