Inês Balinha Carlos
Um divórcio é um período muito conturbado da nossa vida. Estamos envolvidos num turbilhão emocional tão grande, entre amor, zanga, culpa, revolta e medo, que temos até dificuldade em pensar. Podemos estar a fazer sofrer os nossos filhos sem querer. Ficam aqui algumas das coisas que não deve mesmo fazer.
Sara de Almeida Leite
As leituras obrigatórias são, regra geral, leituras que os alunos não querem fazer. E a falta de motivação, como se sabe, pode ser um entrave à boa compreensão do que se lê, quando não constitui o motivo que impede a própria leitura do texto. Por conseguinte, os pais podem e devem ajudar os seus filhos a encontrarem boas razões para quererem fazer as leituras que lhes são solicitadas pelos professores.
Sara de Almeida Leite
Desde o início do ano letivo que os alunos dos 1.º e 2.º ciclos têm de redigir composições. Estas permitem diagnosticar e aferir o nível de competências de expressão escrita, mas também treinar e desenvolver essas competências. Porém, mesmo quando têm a oportunidade de relatar as suas experiências de vida e de dar asas à imaginação, as crianças resistem muitas vezes a essa tarefa e nem sempre o resultado é o desejável.
Sara de Almeida Leite
Nos primeiros anos de escolaridade, os professores costumam incentivar os alunos a requisitar livros da biblioteca escolar para lerem em casa. No entanto, em muitas ocasiões os pais apercebem-se de que o livro requisitado fica esquecido na mochila ou é “abandonado” em cima da secretária ou numa prateleira, onde fica à espera do dia da devolução. O que é que os pais podem fazer para que os livros não andem a fazer o circuito escola-casa-escola sem serem lidos pelos filhos?
Sara de Almeida Leite
A leitura expressiva consiste na interpretação oral de um texto realizada com convicção. Está para além da mera leitura em voz alta, pois pressupõe que o leitor encarna a(s) consciência(s) manifestada(s) no texto, assumindo como suas as vozes que nele falam.
Carla Maia de Almeida
A casa é a primeira escola da criança. Está provado que um ambiente familiar em que existam livros, se contem histórias desde cedo e se promova uma comunicação livre e profunda é a base dos melhores alicerces cognitivos, emocionais e morais. Não se deve descurar a importância da leitura partilhada entre pais e filhos, quando a voz se transforma num poderoso elo afetivo capaz de alimentar futuros leitores – seguros, curiosos e imaginativos. Talvez para toda a vida.