Suficientemente bom, Desprezivelmente mau

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SINOPSE

Depois de mais de 400 crónicas na revista do Expresso sobre "coisas de homens", o que é que fica, o que é que sobrevive à passagem do fim de semana? Cibercondria, porno virtual. Foodgasm, praxes, depressões masculinas, filosofia da dick-pic, o fugidio Ponto G, Angola Democracia e Facebook, vudu do Haiti, escravos do Níger, ataques de pânico e decisões sobre se ainda se paga o jantar no primeiro encontro. Afinal, o leque temático é vasto.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

Por outras palavras, trata-se de um volume de crónicas de Luís Pedro Nunes. (…) Luís, que confessa que gosta de viver a televisão a partir do canal 100, explica que tenta, por tudo isto, posicionar-se num campo sobre o qual não tem visto haver escrita.
Expresso

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Suficientemente bom
Dora Simoes |2017-06-30
Estou a gostar bastante, comprei por curiosidade pois tenho uma certa admiração pelo autor. Apesar de nunca ter lido nada do mesmo, apenas de o ouvir falar na tv. Gosto da seleção da cronica, pelo menos do que li até agora.

DETALHES DO PRODUTO

Suficientemente bom, Desprezivelmente mau
ISBN:978-972-0-04950-6
Edição/reimpressão:05-2017
Editor:Porto Editora
Código:04950
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 20 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:272
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
Luís Pedro Nunes foi fundador do Público em 1989, como estagiário, onde esteve como repórter e editor até 1997. Em 1991, ganhou o Prémio Gazeta Revelação com a reportagem com as crianças na Roménia. Durante os anos em que esteve neste jornal, fez todo o tipo de reportagens pelo mundo e pelo País, abarcando a cobertura de diversos acontecimentos para todas as secções do jornal.
Foi enviado especial a vários cenários internacionais como o conflito de Angola em 1992, onde percorreu o país logo a seguir às eleições que degeneraram no recomeço da guerra civil. Esteve vários meses em Moçambique antes das eleições onde cruzou todo o território a elaborar reportagens. Desdobrou-se em incontáveis trabalhos: de voltas ao mundo no Concorde à cobertura das Voltas a Portugal em Bicicleta. A reportagem sempre foi o seu território.
Em 1997, mudou-se para o Independente, onde esteve dois anos como repórter, e, posteriormente, como chefe de redação. Seguiu para o universo das dot.com, onde elaborou diversos sites para grandes grupos económicos. Foi consultor de comunicação de crise, até regressar aos jornais, mas desta vez como diretor do Inimigo Público, suplemento satírico que fundou. É, "por mero acaso" comentador do programa Eixo do Mal na SIC Notícias, tem uma crónica semanal no Expresso, e pretende continuar a fazer por muitos e bons anos reportagens com o seu grande amigo e camarada Alfredo Cunha: o primeiro companheiro numa reportagem internacional em 1991 na Roménia. Com a AMI.
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