Porto - Nos Recantos do Passado

Porto - Nos Recantos do Passado

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Código:06287
Edição/reimpressão:03-2015
Editor:Porto Editora
ISBN:978-972-0-06287-1
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SINOPSE

Sabia que:
• O primeiro filme feito em Portugal foi sobre a saída das operárias da fábrica da Camisaria Confiança, na Rua de Santa Catarina?
• No local da atual Rua Formosa havia uma artéria a que se dava o tétrico nome de Rua do Enforcado, por ali ter sido o enforcamento de um galego que matou a sua ama para a roubar?
• A origem da palavra Bolhão se deve à existência, naquele lugar, de uma nascente em que a água saía em borbotão?
• A Rua das Taipas deve o seu nome a um terrível surto de peste que surgiu naquele local, em 1486, que foi de imediato entaipado para evitar que a doença se alastrasse?

Através destas novas crónicas de Germano Silva, redescubra as histórias de um Porto do passado que tão vivo se mantém nos seus recantos, nas suas ruas e nas suas gentes.

"Porto: Nos Recantos do Passado não é um livro de História. É um livro de histórias portuenses. E por isso foi escrito para os que amam o Porto, a quem o dedicamos, dentro daquele princípio de que a essência de um povo reside nas suas histórias."
Germano Silva
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Porto - Nos Recantos do Passado
Susana Ferreira |30.05.2013
Muito bom!

DETALHES DO PRODUTO

Porto - Nos Recantos do Passado
Edição/reimpressão:03-2015
Editor:Porto Editora
Dimensões:151 x 235 x 16 mm
Encardenação:Capa mole
Páginas:224
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal > Literatura > Memórias e Testemunhos
Nasceu em Penafiel, em 1931. Veio com a família para o Porto quando tinha somente um ano de idade. Fez nesta cidade a Instrução Primária, após o que começou de imediato a trabalhar para ajudar o pai, um modesto guarda-freios da antiga Companhia Carris de Ferro do Porto, a equilibrar o magro orçamento familiar. Foi marçano num retroseiro da Rua de Santa Catarina. Trabalhou, depois, na desaparecida Fábrica de Fósforos e logo a seguir na Fábrica de Lanifícios de Lordelo. Na década de cinquenta frequentou, em horário noturno, o Curso Geral de Comércio na antiga Escola Comercial de Oliveira Martins. A conclusão do curso possibilitou-lhe a entrada, como escriturário, na Secretaria do Hospital de Santo António. Ingressou no jornalismo em 1956 como colaborador desportivo no Jornal de Notícias. Três anos depois foi admitido nos seus quadros redatoriais. Aí fez toda a sua carreira, percorrendo todos os escalões da profissão: estagiário, repórter informador, repórter, redator e chefe da Redação. Aposentou-se em 1996, mas continua ligado ao JN, onde mantém a coluna dominical "À Descoberta do Porto". Foi dirigente sindical em várias legislaturas e membro do desaparecido Conselho de Imprensa. Pertenceu aos corpos gerentes do Teatro Experimental do Porto, da Cooperativa Árvore e da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, de que é presidente da Assembleia Geral. É sócio fundador do Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende e membro do seu Conselho Fiscal. Foi correspondente do semanário Expresso no Porto e, nesta cidade, exerceu também por largos anos o cargo de delegado do desaparecido semanário O Jornal e da Visão, onde ainda colabora com uma crónica semanal dedicada ao Porto. Foi distinguido pelas Câmaras Municipais do Porto e de Penafiel com as medalhas de mérito de ouro.
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