Poemas Canhotos

Poemas Canhotos

avaliação dos leitores (13 comentários)
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Código:04753
Edição/reimpressão:04-2015
Editor:Porto Editora
ISBN:978-972-0-04753-3
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«Poemas Canhotos» é o último livro de poesia de Herberto Helder, que o terminou pouco antes de falecer. Esta edição inclui uma bibliografia completa do autor, cuidadosamente preparada por Luis Manuel Gaspar.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Do lado do coração
nunes |18.09.2015
Livro póstumo de Herberto Helder que começa e termina com um poema em redondilha maior homenageando a língua de Camões. Os poemas interiores, ou seja, dentro das redondilhas e escritos em verso livre e da esquerda para a direita ( canhoto ) dialogam com a memória e a morte e, o poeta fecha o livro da sua vida. Um livro que recomendo a quem gosta de ler poesia. O último livro do maior poeta português do séc. xx.
E o poema faz-se contra o tempo e a carne
luis bispo |04.07.2015
O título do ultimo livro do herberto helder, remete para uma possivel escrita desajeitada e também para uma escrita que vêm do lado do coração, ou seja sincera,sarcástica,irónica, critica,intensa. Esta escrita "desajeitada" poderá ser um exercício de um poema que ainda não é poema ? Nunca se saberá se o herberto não iria entregar-se como um artesão da palavra que era, dar uma nova textura aos poemas canhotos. De qualquer maneira e citando o autor : "Desde nascer a morrer que não entendo nada", lê-se num dos poemas, no qual o autor se questiona: "que interessa fazer a barba/ se é tudo para cremar/ desde as unhas dos pés aos espelhos soberanos - Leonardo, Camões, Newton, Amadeus Mozart/ et coetera/ que interessa?" Sim o que é que interessa?...algures nos corredores arqueados das palavras o Bardo continuará a cantar com todo o êxtase,ferocidade, e delicada melancolia. .

DETALHES DO PRODUTO

Poemas Canhotos
Edição/reimpressão:04-2015
Editor:Porto Editora
Dimensões:145 x 207 x 12 mm
Encardenação:Capa dura
Páginas:56
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.
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