Os Maias

Os Maias

Eça de Queirós
avaliação dos leitores (20 comentários)
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SINOPSE

Trata-se da obra-prima de Eça de Queirós, publicada em 1888, e uma das mais importantes de toda a literatura portuguesa.

Esta obra conta-nos a história da família Maia e encerra uma crónica de costumes, retratando, com rigor fotográfico e muito humor, a sociedade lisboeta da segunda metade do século XIX.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Maravilhoso
Raquel |2019-01-24
Livro extenso com muitas descrições e um enredo bastante complexo com personagens de carácter forte. É um romance incrível e um clássico da literatura portuguesa. Recomendo a todas as pessoas que queiram ler um livro com uma escrita refinada e emocionante.
Os maias
Cecília |2018-09-06
Comprei para leitura do secundário, é um verdadeiro clássico. Leitura extensa, mas muito bem detalhada. Tem razão de ser um clássico da literatura.

DETALHES DO PRODUTO

Os Maias
de Eça de Queirós
ISBN:978-972-0-04957-5
Edição/reimpressão:08-2019
Editor:Porto Editora
Código:04957
Coleção:Clássicos Porto Editora
Idioma:Português
Dimensões:128 x 198 x 39 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:720
Tipo de Produto:Livro

de Eça de Queirós

Eça de Queiroz
Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
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