O Rapaz de Bronze

Sophia de Mello Breyner Andresen; Ilustração: Inês Do Carmo
avaliação dos leitores (13 comentários)
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ISBN: 978-972-0-72626-1
Edição/reimpressão: 03-2020
Editor: Porto Editora
Código: 72626
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SINOPSE

Metas Curriculares / Plano Nacional de Leitura
Livro indicado pelas Metas Curriculares para o trabalho da Educação Literária no 5.° ano. Esta obra é ainda recomendada para leitura autónoma no mesmo ano de escolaridade.

Num jardim maravilhoso, existe uma estátua que, à noite, se enche de vida e reina sobre todas as plantas, com justiça e sensatez.
Florinda vai conhecer o Rapaz de Bronze e viver uma dessas noites mágicas em que a verdadeira natureza dos seres se revela.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial. Visite a nossa página especial dedicada a Sophia de Mello Breyner Andresen.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uma história muito bonita
Ana A | 2021-06-08
Li com o meu filho de 11 anos e ambos gostámos muitíssimo, é de uma grande sensibilidade e uma história encantadora. Lemos avidamente e adorámos!
livro "O rapaz de bronze"
bruno | 2021-02-11
recomendo este livro para os mais pequenos porque tem magias e fantasias que nos faz crer que é verdade e é isso grande autora shofia de Melo Breyner Anderson. Muitos parabéns por este livro magnifico.

DETALHES DO PRODUTO

O Rapaz de Bronze
ISBN: 978-972-0-72626-1
Edição/reimpressão: 03-2020
Editor: Porto Editora
Código: 72626
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 225 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 52
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de Novembro de 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944 sai, em edição de autor, o seu primeiro livro de poemas, Poesia, título inaugural de uma obra incontornável que a torna uma das maiores vozes da poesia do século xx. Os seus livros estão traduzidos em várias línguas e foi muitas vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objectos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis.
Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado activamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da «Carta dos 101 Católicos» contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, conseguida em 2002.
Faleceu a 2 de Julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
No dia em que se celebrou o centenário do seu nascimento, a 6 de Novembro de 2019, é-lhe concedido a título póstumo o Grande-Colar da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.
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