O Livro da Piedade e da Morte

Pierre Loti; Tradutor(a): Diogo Paiva
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SINOPSE

Exemplo de uma honestidade crua, O Livro da Piedade e da Morte é possivelmente a obra mais comovente de Pierre Loti. Em onze pequenos textos, cruzam-se os relatos daqueles – humanos e animais – cujas vidas o escritor quis imortalizar face ao efeito irreparável da morte: as memórias da tia Claire, as brincadeiras de duas gatas, ou o luto das viúvas de marinheiros islandeses, fragmentos de uma vida cristalizados nestas breves páginas.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

Onze pequenos (mas não breves) e comoventes epitáfios nos quais Loti se despede de pessoas ou animais, conhecidos ou desconhecidos que marcam as suas recordações: «Frequentemente tive esse desejo de regressar, nem que fosse por um furtivo instante, ao abismo dos tempos volvidos, à frescura dos outrora mais ou menos longínquos.»
Revista LER

DETALHES DO PRODUTO

O Livro da Piedade e da Morte
ISBN: 978-972-37-2180-5
Edição/reimpressão: 05-2021
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79391
Coleção: Gato Maltês
Idioma: Português
Dimensões: 119 x 185 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos

sobre Pierre Loti

Pierre Loti, pseudónimo do escritor e oficial da marinha Louis-Marie-Julien Viaud, nasceu em Rochefort, em França, a 14 de janeiro de 1850. A sua carreira naval permitiu que viajasse pelo mundo, experiência que irá marcar fortemente os seus romances autobiográficos e impregnados de um exotismo nostálgico. Embora dispensado das reuniões presenciais devido aos seus deveres militares, o autor foi eleito membro da Academia Francesa a 21 de maio de 1891, facto que explicará o respeito que os seus pares escritores lhe deverão ou ainda a decisiva influência que desempenhou, a título exemplar, na obra de Marcel Proust. Escrevendo a um ritmo incessante, entre um a dois livros por ano, Loti fala-nos de lugares tão diversos como a China, o Japão, o Senegal, Marrocos ou a ilha de Páscoa. Destacam-se as suas obras O Pescador de Islândia (1886), O Livro da Piedade e da Morte (1891) e As Desencantadas (1906). Morre a 10 de junho de 1923, em Hendaye.
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