O Fim do Homem Soviético

O Fim do Homem Soviético

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SINOPSE

Volvidas mais de duas décadas sobre a desagregação da URSS, que permitiu aos russos descobrir o mundo e ao mundo descobrir os russos, e após um breve período de enamoramento, o final feliz tão aguardado pela história mundial tem vindo a ser sucessivamente adiado. O mundo parece voltar ao tempo da Guerra Fria.

Enquanto no Ocidente ainda se recorda a era Gorbatchov com alguma simpatia, na Rússia há quem procure esquecer esse período e o designe por a Catástrofe Russa. E, desde então, emergiu uma nova geração de russos, que anseia pela grandiosidade de outrora, ao mesmo tempo que exalta Estaline como um grande homem.

Com uma acuidade e uma atenção únicas, Svetlana Aleksievitch reinventa neste magnífico requiem uma forma polifónica singular, dando voz a centenas de testemunhas, os humilhados e ofendidos, os desiludidos, o homem e a mulher pós-soviéticos, para assim manter viva a memória da tragédia da URSS e narrar a pequena história que está por trás de uma grande utopia. Comentários

«Soberbo. A palavra falada transforma-se em literatura.»
France Culture

«Svetlana Aleksievitch tem o dom de desfiar a existência humana.»
Femina

«Um magnífico mausoléu em homenagem a um tempo desaparecido.»
Le Monde

«O homo sovieticus existe. Svetlana Aleksievitch encontrou-o.»
Le Figaro Littéraire

«Um grande livro […], ao mesmo tempo infinitamente doloroso e vibrante.»
Télérama
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Soberbo. A palavra falada transforma-se em literatura.»
France Culture
«Svetlana Aleksievitch tem o dom de desfiar a existência humana.»
Femina
«Um magnífico mausoléu em homenagem a um tempo desaparecido.»
Le Monde
«O homo sovieticus existe. Svetlana Aleksievitch encontrou-o.»
Le Figaro Littéraire
«Um grande livro […], ao mesmo tempo infinitamente doloroso e vibrante.»
Télérama

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Indispensável
Maria João |2017-04-24
No ano em que se assinala o centenário da Revolução Russa, O Fim do Homem Soviético de Svetlana Alexievich é leitura obrigatória para ajudar a compreender a forma como o sistema soviético se introduziu na cidadania do país. De forma magistral, a autora transporta-nos para o mundo pós-soviético, fazendo-nos a entender como o desmoronar do regime representou também o fim de algo dentro dos habitantes das várias repúblicas soviéticas.
Uma obra para ler e reler.
Sónia |2015-12-13
Através de "O Fim do Homem Soviético", obra nitidamente de carácter patriótico, Svetlana Aleksievitch relembra uma época bem conhecida da História Russa. Rompendo com os axiomas construídos ao longo do tempo, a autora apresenta ao leitor sentimentos bastante contraditórios relativamente à política de Estaline: apresenta-a, por um lado, como prejudicial para os cidadãos, e por outro considera os seus benefícios. Os contrastes desta abordagem fazem com que, no fim da obra, esteja construído um sentido totalmente abrangente, que leva o leitor, no caso português, a considerar os benefícios da ditadura salazarista ou de outras semelhantes. Uma obra em que o leitor se sente o protagonista de uma história envolvente, que termina com a referência ao "Fim dos Tempos", obra bem conhecida do pintor e musicólogo Messiaen.

DETALHES DO PRODUTO

O Fim do Homem Soviético
ISBN:978-972-0-04740-3
Edição/reimpressão:04-2016
Editor:Porto Editora
Código:04740
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 32 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:472
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História em Geral > Literatura > Ensaios > Política > Política em Geral
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2015

Svetlana Aleksievitch, conceituada escritora e jornalista, nasceu em 1948 em Minsk, na Bielorrússia. Os seus livros estão traduzidos em 22 línguas e foram já adaptados a peças de teatro e documentários. Considerada uma das autoras mais prestigiadas a escrever sobre a URSS, os seus trabalhos têm recebido uma enorme aceitação por parte da crítica, tendo sido galardoados com importantes prémios internacionais, como o Erich Maria Remarque Peace Prize, em 2001, o National Book Critics Circle Award, em 2006, e o Prémio Nobel da Literatura, em 2015. O seu mais recente livro, O Fim do Homem Soviético, recebeu o Prémio Médicis Ensaio, em 2013, e foi considerado o Melhor Livro do Ano pela revista Lire.
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