Morte de um Dissidente

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN:978-972-0-04119-7
Edição/reimpressão:03-2008
Editor:Ideias de Ler
Código:04119
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SINOPSE

O assassínio do antigo membro dos serviços de informação Alexander "Sasha" Litvinenko em novembro de 2006 - envenenado com polónio, um raro elemento radioativo - causou sensação a nível internacional. Ao fim de escassas semanas, um homem saudável de 43 anos transformou-se num moribundo esquelético deitado num hospital, vítima de uma "pequena bomba nuclear". As suspeitas pairaram sobre o FSB russo, o sucessor do KGB, e o regime de Putin.
Mas o que aconteceu, na verdade? O que sabia Litvinenko? E por que motivo foi morto?
O seu amigo mais próximo, Alex Goldfarb, e a sua viúva, Marina, são as únicas pessoas que podem contar toda a história na primeira pessoa, com cenas dramáticas de Moscovo a Londres, passando por Washington.
Morte de um Dissidente assemelha-se a um thriller político, mas a sua história é mais impressionante e assustadora do que livro de ficção.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

Livro da Ideias de Ler contém acusações a Putin

Marina Litvinenko, a viúva do ex-espião do KGB Alexander Litvinenko, envenenado há quase um ano atrás com polónio-210, está em Portugal para apresentar Morte de um Dissidente, obra que escreveu com Alex Goldfarb e no qual Putin, presidente russo, é apontado como responsável pelo assassinato.

O livro é apresentado esta quarta-feira, dia 25 de Outubro, pelas 12 horas, no Auditório Alfama do Hotel Lapa Palace, em Lisboa.

A vinda a Portugal de Marina Litvinenko e de Alex Goldfarb acontece na semana da Cimeira União Europeia - Rússia, que vai contar, claro, com a presença de Vladimir Putin.

No entanto, o lançamento da obra está envolto ainda em maior simbolismo, tendo em conta dois acontecimentos: a exibição, no festival Doclisboa, este sábado, de Rebellion: The Litvinenko case, um trabalho documental que «toma o assassinato de Alexander Litvinenko, (...) como ponto de partida para denunciar a política de medo instigada por Putin» e o aniversário da morte do ex-espião, no próximo mês, a 23 de Novembro.

Ligações:

- Presidência Portuguesa da União Europeia , Cimeira UE – Rússia

http://www.eu2007.pt/UE/vPT/Reunioes_Eventos/ChefesEstado/Cimeira_Russia.htm

- Doclisboa 2007 - Festival Internacional de Cinema Documental de Lisboa (5ª edição)

http://www.doclisboa.org/pt_programa_27.htm

- Hotel Lapa Palace – Auditório Alfama

http://www.lapapalace.com/web/olis_pt/olis_pt_c6a_function_rooms_alfama.jsp

Rui Couceiro

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Recomendo
Ladybug |03.04.2011
Um livro que me fez pensar mil e uma vezes em como a realidade pode ser mais dura e mais cruel do que aquilo que vemos na televisão. Um relato que me deixou com pele de galinha.

DETALHES DO PRODUTO

Morte de um Dissidente
ISBN:978-972-0-04119-7
Edição/reimpressão:03-2008
Editor:Ideias de Ler
Código:04119
Idioma:Português
Dimensões:150 x 235 x 32 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:400
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias > Memórias e Testemunhos > Policial e Thriller > Política > Política em Geral

sobre os autores

Alex Goldfarb era um cientista dissidente que abandonou a Rússia nos anos 70, sendo integrado na faculdade de Columbia University.
Depois do desmembramento da União Soviética em 1991, passou a trabalhar para George Soros, dirigindo iniciativas de caridade na Rússia.
Tornou-se amigo de Alexander Litvinenko na década de 90. Os laços da sua amizade tornaram-se mais estreitos quando Goldfarb acompanhou o ex-espião e a sua família na sua fuga dramática rumo à liberdade, em 2000. Mais tarde, Goldfarb ajudou Litvinenko a escrever as suas memórias e apoiou as suas iniciativas para expor os abusos do FSB, a nova força em ascensão.
Goldfarb é atualmente o diretor executivo da Fundação Internacional para os Direitos Civis, criada por Boris Berezovsky como grupo de base para ativistas dos direitos humanos.
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Marina Litvinenko conheceu Alexander na festa do seu trigésimo primeiro aniversário, em 1993, quando este era ainda um jovem funcionário do FSB. Casaram-se em seguida e Marina deu à luz um filho pouco tempo depois. Em 2000, os três procuraram asilo no Reino Unido.
Atualmente, Marina continua a viver em Londres com o seu filho.
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