Memórias

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SINOPSE

Nestas Memórias, Francisco Pinto Balsemão guia-nos pelas suas origens beirãs, pela extensa família, pelo bairro da Lapa, a Quinta da Marinha, a Duque de Palmela e o mundo das suas viagens; mas leva-nos também ao universo da sua infância, ao Liceu Pedro Nunes, à Faculdade de Direito, à Força Aérea e à sua incursão pelo ensino universitário.
Não fica, no entanto, por aqui: abre-nos as portas das empresas familiares, do Diário Popular, do Expresso, da SIC, e não só; apresenta-nos os meandros da política – no seu melhor e no seu pior –, desde a aventura da Ala Liberal e o PSD, até hoje, não esquecendo alianças e traições.
Muitas, muitas histórias, onde perpassam aventuras e devaneios, mas nas quais sobressaem os amigos e, primordialmente, a Mulher, os filhos e os netos. Aqui se escalpeliza toda uma vida, um percurso ímpar que contribuiu decisivamente para formar o Portugal de hoje. Memórias é uma janela aberta para a vida deste homem e uma visita guiada pelo seu caminho e pela sua obra.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

Uma excelente viagem feita por uma personagem com uma vida épica, no sentido do mérito e do que conseguiu.
Clara Ferreira Alves, Eixo do Mal
Francisco Pinto Balsemão, ex-Primeiro-Ministro de Portugal decidiu, aos 84 anos, publicar um livro de memórias que se lê com gosto porque está muito bem escrito e bem estruturado e porque segue com rigor, elegância e por vezes ironia o fio de uma memória longa e intensamente vivida.
José Jorge Letria, Correio da Manhã
[…] esta é a sua memória do seu tempo, a forma como leu a passagem dos anos e das mudanças, como se recorda dos outros (e quem recorda ou quem esquece), como ajusta contas (porque há sempre contas a ajustar), como corrige um episódio ou como pretende ser recordado por nós, seus leitores.
Francisco José Viegas, Correio da Manhã

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um importante relato sobre um dos mais importantes períodos da História recente de Portugal
Tiago Manalvo | 2021-10-09
Nesta monumental o Francisco Pinto Balsemão narra-nos a sua visão sobre os acontecimentos da sua vida. Oriundo de uma abastada família da Lapa, um dos mais prestigiados bairros da capital portuguesa, Balsemão revisita o período em que dirigiu o Diário Popular, a sua acção enquanto membro da Ala Liberal, que pretendia instituir uma mudança por dentro do Estado Novo, e posteriormente o projecto do Expresso, que funcionou como uma verdadeira pedrada no charco no universo da imprensa escrita portuguesa. Relata também o seu papel enquanto co-fundador e mais tarde dirigente do PPD/PSD e da Aliança Democrática, funções que o levaram a integrar o Governo de Sá Carneiro, e a liderar os VII e VIII Governos Constitucionais após o crime de Camarate. No decurso dos seus dois governos foi aprovada a I Revisão Constitucional, essencial ao efectivo estabelecimento de um regime democrático, assim como foi aprovada a Lei de Defesa Nacional, que regulamentou e limitou a acção dos militares, que então muito se estendia da sua primordial função. O autor narra-nos também todo o processo que levou à criação da primeira estação de televisão privada em Portugal, e todo o percurso que lhe veio a granjear ser o principal accionista e dirigente do Grupo Impresa, o maior conglomerado de empresas do sector. Em todos estes importantes processos Balsemão conviveu com figuras cimeiras do seu tempo. Goste-se ou não, é uma figura de primordial importância, sendo por isso incontornável ler o seu depoimento sobre todos esses acontecimentos.

DETALHES DO PRODUTO

Memórias
ISBN: 978-972-0-03083-2
Edição/reimpressão: 08-2021
Editor: Porto Editora
Código: 03083
Idioma: Português
Dimensões: 175 x 247 x 63 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 1000
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
Francisco Pinto Balsemão é um conhecido jornalista, empresário e político português. Nasceu em Lisboa, a 1 de setembro de 1937. Foi um dos fundadores do PSD – Partido Social Democrata, primeiro-ministro de Portugal entre janeiro de 1981 e junho de 1983 e presidente do seu partido de 1980 a 1983. É desde 2005 membro do Conselho de Estado. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e com um Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Nova de Lisboa e outro pela Universidade da Beira Interior, Francisco Pinto Balsemão iniciou a sua carreira jornalística, na década de 60, no Diário Popular, paralelamente com a sua atividade como advogado. No setor dos média, fundou, em 1973, o seu próprio projeto, inspirado nos semanários que se publicavam nos países anglo-saxónicos. Nasce assim o semanário Expresso, que, além de um papel importante na transição para a Democracia, se tornaria um dos mais prestigiados títulos da imprensa portuguesa, sendo hoje o jornal mais vendido do País. Em 1992, Pinto Balsemão lança a primeira estação de televisão privada em Portugal, a SIC, que é líder de audiências em Portugal. O Expresso e a SIC (que alargou a sua atividade à televisão por cabo – 8 canais) seriam a base da constituição de um grupo de comunicação social, a IMPRESA, cotado em Bolsa, onde Francisco Pinto Balsemão é atualmente presidente e acionista maioritário. Ao longo da sua carreira na comunicação social, Pinto Balsemão integrou os órgãos de várias organizações do setor, tendo sido, nomeadamente, presidente do EPC – European Publishers Council (1999-2014) e presidente do Conselho de Administração do EIM – European Institute for the Media (1990-1999). É presidente do Júri do Prémio Pessoa, considerado um dos mais importantes prémios em Portugal na área das artes e da ciência. Entre as várias condecorações que recebeu ao longo da sua vida, destacam-se: em Portugal, a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade; em Espanha, a Grã-Cruz da Real Ordem de Isabel a Católica; no Brasil, a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul; em Itália, a Grã-Cruz da Ordem de Mérito; no Vaticano, Cavaleiro de Grã-Cruz da Ordem de Pio IX. Recebeu também diversos prémios, entre eles: Prémio Personalidade do Ano 1992, atribuído pela Associação de Imprensa Estrangeira (1993); Prémio Empresário do Ano, pelo Rotary Clube de Lisboa (2002 e 2011); VII Premio de Periodismo Rafael Calvo Serer, pela Fundación Diario Madrid (2007); Prémio Arco-Íris, pela Associação ILGA Portugal (2007) e Prémio Prestígio Mercúrio, pela Confederação de Comércio e Serviços de Portugal e pela Escola de Comércio de Lisboa (2011).
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