Letra Aberta

Letra Aberta

avaliação dos leitores (9 comentários)
(9 comentários)
Código:04827
Edição/reimpressão:03-2016
Editor:Porto Editora
ISBN:978-972-0-04827-1
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SINOPSE

Um ano depois da morte Herberto Helder a Porto Editora publica Letra Aberta, um conjunto de trinta e três poemas inéditos escolhidos por Olga Lima, a sua viúva. Este livro, que reproduz ainda alguns fac-símiles, é um fascinante olhar sobre a oficina do autor e testemunha a sua impressionante vitalidade poética.

oh que beleza sem gramática, que ferocíssimo esplendor:
rosa encarnada pelo ar acima
que é funda curva absurda,
rosa ascendida acesa desde a terra desmanchada,
escrita sobre o papel estrito
— e que o papel arda
que a extrema flor do cacto suba entre folhas espessas e coroas de espinhos,
mas que seja enfim mais peremptória ainda
a rosa irreversível
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

a oficina da palavra
Luis |09.05.2016
Esta obra póstuma organizada pela sua companheira Olga, só prova o quanto grande é este artesão da palavra, um poema dentro do poema. Herberto ainda continua a surpreender com a sua alquimia poética,deixando muitas vezes o leitor sem fôlego com a excessiva beleza do seu obscuro idioma. Façam o favor de ler Herberto pois ele será eternamente continuo.
Obra aberta
Maria Lúcia Lemos 30-4-2016 |30.04.2016
Letra Aberta reúne trinta e três poemas inéditos de Herberto Helder, escolhidos por Olga Lima, viúva do poeta. Editados, assinalando a passagem do primeiro ano da sua morte, são acompanhados da reprodução de sete poemas manuscritos, permitindo que o leitor avalie o trabalho de fixação do texto, assim como as quatro notas finais sobre as opções tomadas. António Guerreiro, na recensão crítica que faz, no suplemento «Ípsilon», do jornal Público, afirma que «há neste livro um punhado de poemas que ascendem aos cimos da melhor obra herbertiana». Também a ensaísta Rosa Maria Martelo considera que «este é, sem dúvida, mais um livro notável», onde podemos reconhecer «os temas de Herberto Helder, a energia fulgurante a que nos habituou e também aquela frontalidade que, devido ao envelhecimento e à proximidade da morte, exigia agora uma coragem rara» […] «a qualidade dos poemas é inquestionável, bem como a sua força e, talvez acima de tudo isto, a sua verdade». (Público, 25 de Março de 2016)

DETALHES DO PRODUTO

Letra Aberta
Edição/reimpressão:03-2016
Editor:Porto Editora
Dimensões:145 x 207 x 14 mm
Encardenação:Capa dura
Páginas:72
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.
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