Farsa de Inês Pereira - 10.º Ano

Farsa de Inês Pereira - 10.º Ano

Carlos Reis, Gil Vicente
avaliação dos leitores (4 comentários)
(4 comentários)
ISBN:978-972-0-40242-4
Edição/reimpressão:03-2015
Editor:Porto Editora
Código:40242
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SINOPSE

Leitura recomendada para o 10.º ano de escolaridade.

Os livros desta coleção propõem a análise de textos que constam do Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário.

Enquanto auxiliares indispensáveis para o sucesso escolar, os títulos desta série destinam-se, antes de mais, ao aluno que deseje colher orientações de leitura inspiradas nos tópicos de conteúdo que se encontram no Programa, em particular os que se referem ao domínio da Educação Literária.

Esta abordagem da Farsa de Inês Pereira não só cumpre os objetivos referidos, como inclui diversas pistas para revisão e consolidação de conhecimentos.

Títulos da Coleção
Poesia Trovadoresca
Farsa de Inês Pereira, Gil Vicente
Rimas e Os Lusíadas, Luís de Camões (brevemente)
inclui a História Trágico-Marítima
Crónica de D. João I, Fernão Lopes (brevemente)

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Comentário ao livro Farsa de Inês Pereira de Carlos Reis
Natércia Narciso |2018-10-02
É um livro bem organizado e estruturado com conteúdos importantes para a compreensão da obra de Gil Vicente. Excelente para consolidar os conteúdos pretendidos no programa de Português do 10º ano.
muito utilo
sandra |2018-05-24
Este livro ajuda muito a compreender o livro da Farsa de Inês Pereira.

DETALHES DO PRODUTO

Farsa de Inês Pereira - 10.º Ano
de Carlos Reis, Gil Vicente
ISBN:978-972-0-40242-4
Edição/reimpressão:03-2015
Editor:Porto Editora
Código:40242
Idioma:Português
Dimensões:149 x 209 x 7 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:96
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Apoio Escolar > 10.º Ano > Leituras Orientadas

sobre os autores

Ensaísta e professor português, nascido em 1950, em Lisboa, Carlos Reis é Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Professor de Teoria da Literatura, Teoria da Literatura Comparada, Introdução aos Estudos Literários e Literatura Espanhola (moderna e contemporânea) nesta Universidade antes de 1975, ministra a cadeira de Literatura Portuguesa (moderna e contemporânea).
Prestigiado catedrático, tem sido professor convidado em muitas outras Universidades, a saber: Espanha, Alemanha, Brasil e Estados Unidos da América.
Especializado em Literatura Portuguesa dos séculos XIX e XX e em Teoria da Narrativa, publicou sobre esta área vários livros de prestígio internacional e assinou dezenas de artigos em revistas universitárias.
É coordenador da Edição Crítica da Obra do escritor Eça de Queirós, da História Crítica de Literatura Portuguesa e da Área de Língua e Cultura Portuguesa da Universidade Aberta.
Após a demissão de Francisco Bethencourt Rodrigues, assumiu, em 1998, o cargo de Director da Biblioteca Nacional. Nestas funções, Carlos Reis definiu como linha de acção prioritária a necessidade de conservar e fazer o restauro dos documentos tombados no Campo Grande e a de dar continuidade à aposta nas novas tecnologias, defendendo, para tal, o estabelecimento de uma política de mecenato.
Publicou, entre outras, as obras seguintes: Textos Teóricos do Neo-Realismo; Estatuto e perspectivas do narrador na ficção de Eça de Queirós; Introdução à leitura d'Os Maias; O Discurso Ideológico do Neo-Realismo Português; Dicionário da Narratologia (em colaboração com Ana Cristina M.Lopes); Para una semiótica de la ideologia (tradução parcial de O discurso ideológico do Neo-Realismo Português); Introdução à leitura das Viagens na minha Terra; A Construção da Narrativa Queirosiana. O Espólio de Eça de Queirós (em colaboração com Maria do Rosário Milheiro); Literatura Moderna e Contemporânea (com a colaboração de Ana Nascimento Piedade, Isabel Cristina Rodrigues, Maria João Simões e Maria do Rosário Milheiro). Edição da Universidade Aberta, Literatura Moderna e Contemporânea está dividida em oito capítulos que abrangem o período que começa no Romantismo e acaba no Modernismo.
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GV
Gil Vicente
Gil Vicente é a figura maior do teatro português e ocupa um lugar fundacional na dramaturgia do sistema interliterário da Península Ibérica, onde ombreia com nomes tão importantes como Juan del Encina ou Lucas Fernández. São muitas as incógnitas referentes à sua biografia. Nasceu provavelmente por volta de 1465, tendo vindo a falecer em data próxima a 1536, ao que tudo indica na cidade de Évora. A atividade dramatúrgica de Gil Vicente foi desenvolvida no âmbito da corte portuguesa, abrangendo os reinados de D. Manuel I e D. João III. Deixou-nos, por conseguinte, uma produção teatral permeada por modelos mentais em trânsito para a modernidade, uma obra empenhada na renovação das formas dramáticas medievais de cunho popular, religioso e cortesão. A Copilaçam de 1562, organizada pelos filhos Luís e Paula Vicente, constitui a primeira edição da obra completa de Gil Vicente, reunindo nela os diferentes géneros que cultivou, tanto de carácter devoto (milagres, mistérios ou moralidades), como de índole profana (comédias, farsas ou tragicomédias). De 1502, data da representação do Monólogo do Vaqueiro ou Auto da Visitação, até 1536, ano da Floresta de Enganos, o dramaturgo português averbou 44 peças, das quais 15 são em língua portuguesa, 11 em castelhano e as restantes 18 em ambos os idiomas.
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