Contos de Vampiros

Contos de Vampiros

Ana Paula Tavares, Gonçalo M. Tavares, Hélia Correia, João Tordo, Jorge Reis-Sá, José Eduardo Agualusa, Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink, Susana Caldeira Cabaço
avaliação dos leitores (1 comentários)
(1 comentários)
Autores de renome aventuram-se pelos seres da noite
Código:04293
Edição/reimpressão:09-2009
Editor:Porto Editora
ISBN:978-972-0-04293-4
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

«É essa a substância, a natureza do vampiro: fazer temer a invasão do outro no meu espaço corporal, no primeiro e mais claro reduto da minha identidade. E assim perder a própria existência, metamorfoseando-me no outro. Atenção, caros leitores: porque ao ler este livro é isso que está em jogo - perder a própria identidade!»
Pedro Sena-Lino (in Nota Introdutória)

Por favor não me leia o pescoço.
Lembra-se do filme? Agora tem um livro: nove terríveis contos de vampiros, originais e assinados por autores portugueses contemporâneos, diretamente para os seus maiores receios de leitor!
A partir do momento que iniciar a leitura, a responsabilidade é inteiramente sua.

Coordenada por Pedro Sena-Lino, a coletânea que satisfaz os desejos mais obscuros de qualquer leitor!
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um livro obrigatório para os fãs de histórias de vampiros
Ana Raquel Pires Parente |08.03.2013
Para os fanáticos de histórias de vampiros, como é de resto o meu caso, é um livro obrigatório e que decerto surpreenderá todos, pela originalidade dos diferentes contos, irrepreensivelmente bem escritos por nomes sonantes da literatura portuguesa.

DETALHES DO PRODUTO

Contos de Vampiros
de Ana Paula Tavares, Gonçalo M. Tavares, Hélia Correia, João Tordo, Jorge Reis-Sá, José Eduardo Agualusa, Miguel Esteves Cardoso, Rui Zink, Susana Caldeira Cabaço
Edição/reimpressão:09-2009
Editor:Porto Editora
Dimensões:151 x 234 x 19 mm
Encardenação:Capa mole
Páginas:144
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura Fantástica > Romance > Plano Nacional de Leitura > 7.º ano > Leitura Autónoma > 8.º ano > Leitura Autónoma > 9.º ano > Leitura Autónoma

sobre os autores

Ana Paula Tavares
Paula Tavares nasceu na Huíla, Sul de Angola, em 1952.
É historiadora com doutoramento em História e Antropologia. Em Portugal publicou, de poesia: O Lago da Lua (1999); Dizes-me Coisas Amargas como os Frutos (2001 - Prémio Mário António de Poesia 2004, da Fundação Calouste Gulbenkian), Ex-Votos (2003) e Manual para Amantes Desesperados (2006 - Prémio Nacional de Cultura e Artes de Angola). Publicou ainda A Cabeça de Salomé (crónica, 2004) e Os Olhos do Homem Que Chorava no Rio, em parceria com Manuel Jorge Marmelo (prosa, 2005).
Tem também publicados estudos sobre História de Angola e está presente em diversas antologias em Portugal, Brasil, França, Alemanha, Espanha e Suécia.
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Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970. Desde 2001 publicou livros em diferentes géneros literários e está a ser traduzido em mais de 50 países.
Os seus livros receberam vários prémios em Portugal e no estrangeiro. Com Aprender a rezar na Era da Técnica recebeu o Prix du Meuilleur Livre Étranger 2010 (França), prémio atribuído antes a Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth, Gabriel García Márquez, Salman Rushdie, Elias Canetti, entre outros.
Alguns outros prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 e 2011 (Brasil), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado 2009 (Sérvia), Grand Prix Littéraire du Web – Culture 2010 (França), Prix Littéraire Européen 2011 (França). Foi também por diferentes vezes finalista do Prix Médicis e Prix Femina. Uma Viagem à Índia recebeu, entre outros, o Grande Prémio de Romance e Novela APE 2011. Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, dança, peças radiofónicas, curtas-metragens e objetos de artes plásticas, dança, vídeos de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, etc.
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Escritora portuguesa contemporânea (1949), licenciou-se em Filologia Românica e é professora de Português do Ensino Secundário. Apesar do seu gosto pela poesia, é como ficcionista que é reconhecida como uma das revelações da novelística portuguesa da geração de 1980, embora os seus contos, novelas ou romances estejam sempre impregnados do discurso poético.
Estreou-se na poesia com O Separar das Águas, em 1981, e O Número dos Vivos, em 1982.
A novela Montedemo, encenada pelo grupo O Bando, dá à autora uma certa notoriedade. Aliás, Hélia Correia revelou, desde cedo, o gosto pelo teatro e pela Grécia clássica, o que a levou a representar em Édipo Rei e a escrever Perdição, levadas à cena, em 1993, pela Comuna. Escreveu também Florbela, em 1991, que viria a ser encenada pelo grupo Maizum.
Destacam-se ainda na sua produção os romances Casa Eterna e Soma e, na poesia, A Pequena Morte/Esse Eterno Conto.
Recebeu em 2002 o prémio PEN 2001, atribuído a obras de ficção, pela sua obra Lillias Fraser.
Venceu o prémio literário Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa com o livro de poesia A Terceira Miséria.
Foi galardoada com o Prémio Camões, em 2015.
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João Tordo
João Tordo nasceu em Lisboa em 1975. Licenciou-se em Filosofia e estudou Jornalismo e Escrita Criativa em Londres e Nova Iorque. Em 2001, venceu o Prémio Jovens Criadores na categoria de Literatura. Publicou os romances O Livro dos Homens sem Luz (2004); Hotel Memória (2007); As Três Vidas (2008), que recebeu o Prémio Literário José Saramago e cuja edição brasileira foi, em 2011, finalista do Prémio Portugal Telecom; O Bom Inverno (2010), finalista do prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores e do Prémio Literário Fernando Namora e cuja tradução francesa integra as obras seleccionadas para a 6.ª edição do Prémio Literário Europeu; e Anatomia dos Mártires (2011), finalista do Prémio Literário Fernando Namora, entre outros.
Os seus livros estão publicados em França, Itália, Brasil, Sérvia e Croácia. Trabalha como cronista, tradutor, guionista e formador em workshops de ficção.
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Jorge Reis-Sá nasceu em 1977 em Vila Nova de Famalicão. Frequentou, entre 1994 e 2000, os cursos de Astronomia e Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e estagiou no Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto onde estudou genética populacional, interrompendo a formação académica para se tornar editor.

Editou seis livros de poemas, os últimos dos quais Biologia do Homem, Livro de Estimação e Vou para Casa e cinco de narrativa, entre os quais a memória Por Ser Preciso, vencedor do Prémio Manuel Maria Barbosa du Bocage desse mesmo ano, o romance Todos os Dias, os contos Terra e o divertimento O Dom. Organizou diversas antologias, entre as quais Anos 90 e Agora - Uma Antologia da Nova Poesia Portuguesa e colabora frequentemente com a imprensa.
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José Eduardo Agualusa
José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura em Lisboa. É jornalista. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim. É autor dos livros A Conjura (romance, 1988), Prémio Revelação Sonangol, A Feira dos Assombrados (contos, 1992), Estação das Chuvas (romance, 1996), Nação Crioula (romance, 1998), Grande Prémio de Literatura RTP, Fronteiras Perdidas (contos, 1999), Grande Prémio de Conto da APE, A Substância do Amor e Outras Crónicas (crónica, 2000), Estranhões e Bizarrocos, com Henrique Cayatte, (infantil, 2000), Prémio Nacional de Ilustração e Grande Prémio de Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, Um Estranho em Goa (romance, 2000), O Ano Que Zumbi Tomou o Rio (romance, 2002), O Homem Que Parecia Um Domingo (contos, 2002), Catálogo de Sombras (contos, 2003) e O Vendedor de Passados (romance, 2004). As suas obras estão traduzidas para diversas línguas europeias.
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Em 1955 nasceu em Lisboa. Em janeiro de 1981 nascem em Manchester as duas filhas, Sara e Tristana. Em 2000 casou-se com a Maria João Lopes Pinheiro, amor da vida dele. A partir desse ano, dedica-se tanto ao casamento como ao trabalho. Desde 2009 escreve diariamente no Público e, em 2013, passa a ser autor da Porto Editora, a quem confia a obra inteira. É feliz da vida e vive com a Maria João em Colares.
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Rui Zink nasceu em Lisboa em 1961. Escritor e professor no Departamento de Estudos Portugueses na Faculdade da Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, é autor duma obra diversificada e multifacetada.
No âmbito da literatura publicou, entre outros, os romances Hotel Lusitano (1987), Apocalipse Nau (1996), O Suplente (2000) e Os Surfistas (2001), primeiro e-book em língua portuguesa.
É ainda coautor de Major Alverca e dos livros infantis o Bebé ... que não gostava de televisão (2003), o Bebé ... que não sabia quem era (2003 ), o Bebé ... que fez uma birra (2004) e Pornex (1984).
A sua obra está traduzida em inglês, alemão e hebraico, encontrando-se também publicada no Brasil.
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