2020-09-11

Romance com a Grécia no coração

Porto Editora publica Quem é Amado Nunca Morre, de Victoria Hislop. Um retrato de uma família e de um país, desde a ocupação nazi até ao fim da ditadura militar

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Com direitos de tradução vendidos para 12 países, Quem é Amado Nunca Morre revela-se um romance poderoso, que lança luz sobre a complexidade e o trauma do passado da Grécia, a partir da vida extraordinária de uma mulher comum. O livro estará disponível nas livrarias a 10 de setembro.


Uma profunda pesquisa histórica sustenta esta narrativa cativante, ilustrando na mesma medida as duas dimensões de Victoria Hislop: a de jornalista e a de escritora. É nesta combinação de factos reais e ficção que reside parte do segredo do assinalável sucesso deste título no Reino Unido. Nesta obra, narram-se acontecimentos que mudaram não só a Grécia mas também a Europa no seu todo, dando ênfase às provações das muitas famílias destroçadas por conflitos bélicos e políticos. Nesta história, mais do que um campo de batalha banhado de sangue, a guerra é o pretexto para um «Era uma vez» de uma avó que conta o seu passado aos netos.

SOBRE O LIVRO

Atenas, abril de 1941. Tendo resistido a uma primeira tentativa de invasão, a Grécia é ocupada pelas potências do Eixo. Após décadas de incerteza, o país encontra-se dividido entre a direita e a esquerda políticas. Themis, então com quinze anos, vem de uma família separada por essas diferenças ideológicas. A ocupação nazi não só aprofunda a discórdia entre aqueles que a rapariga ama, como reduz a Grécia à miséria. É impossível ficar indiferente: na fome que se seguiu à ocupação, e que lhe levou os amigos, os atos de resistência são quase um imperativo moral para ela. Porém, com o fim da ocupação, advém a guerra civil. Themis junta-se ao exército comunista, onde experimenta os extremos do amor e do ódio. Quando por fim é presa nas ilhas do exílio, encontra outra mulher cuja vida se entrelaçará com a sua de maneiras que nenhuma delas poderia antecipar, e descobre que deve pesar os seus princípios contra o desejo de viver.

CRÍTICA INTERNACIONAL

Uma história de amor narrada com enorme qualidade e uma representação fascinante e pungente de um país dilacerado pelo ódio.
Daily Express

Uma leitura esclarecedora e tocante.
The Mirror

Ela dá à história grega um tom convincente de realidade… Existe uma profunda pesquisa histórica, que nunca atrapalha a narrativa.
The Sunday Times

SOBRE A AUTORA

É escritora e jornalista. Escreve artigos sobre viagens para o The Sunday Telegraph, artigos sobre educação para o Daily Telegraph e diversos artigos generalistas para a revista Woman & Home. Atualmente, vive em Kent com a sua família. Depois de publicar o seu primeiro romance, A Ilha, Victoria Hislop foi aclamada pela crítica e acarinhada por milhares de leitores.

 

 

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