2019-01-05

Portugueses elegem «enfermeiro» como PALAVRA DO ANO® 2018

Votação recorde com 226 mil votos registados. «Professor» ficou apenas a 4 pontos percentuais da palavra vencedora.

Partilhar:

Após uma participação verdadeiramente histórica, que decorreu no site www.palavradoano.pt durante todo o mês de dezembro, foi anunciada hoje publicamente, num evento organizado pela Porto Editora para assinalar os 10 anos desta iniciativa, a escolha dos portugueses: «enfermeiro» é a PALAVRA DO ANO® 2018, recolhendo 37,8 % dos votos. A uma curta distância ficou a candidata «professor», com 33,4%, enquanto «toupeira» obteve 10,6%.


De uma lista que incluía palavras de grande relevância e atualidade, como «populismo», «extremismo» e «sexismo», a escolha dos portugueses poderá refletir uma preocupação acentuada quanto à situação que envolve a classe dos enfermeiros, algo que poderá ser extensível aos professores, atendendo à elevada votação que a respetiva palavra registou.

Merece especial destaque o excecional nível de participação que esta edição registou, pois comprova que esta iniciativa está definitivamente consolidada no calendário dos portugueses. A PALAVRA DO ANO® foi criada com o objetivo de sublinhar a importância e a força das palavras na construção e interpretação do nosso quotidiano, bem como a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa. As conversas, os debates e a participação crescente das pessoas ao longo dos anos comprovam isso mesmo.

Os resultados obtidos por cada uma das candidatas a PALAVRA DO ANO® 2018 apresentam-se da seguinte forma:

«enfermeiro» — 37,8%
«professor» — 33,4%
«toupeira» — 10,6%
«privacidade» — 3,1%
«assédio» — 2,9%
«populismo» — 2,8%
«extremismo» — 2,6%
«paiol» — 2,5%
«sexismo» — 2,3%
«especulação» — 2,0%


A palavra «enfermeiro» junta-se assim à lista das vencedoras da iniciativa PALAVRA DO ANO®, onde constam esmiuçar» (2009), «vuvuzela» (2010), «austeridade» (2011), «entroikado» (2012), «bombeiro» (2013), «corrupção» (2014), «refugiado» (2015), «geringonça» (2016) e «incêndios» (2017).




Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK