2021-04-29

Pirataria informática, zebras e paintball: a nova vida de Robin Hood

Segundo volume de nova série de Robert Muchamore chega hoje às livrarias.

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Hoje, dia 29 de abril, a Porto Editora faz chegar às livrarias de todo o país o novo volume da coleção Robin Hood, do autor bestseller Robert Muchamore. Piratas, Paintball e Zebras é o segundo título desta série de aventuras que dá uma nova vida a este popular herói.

Depois de um motim incitado pelo pequeno grupo de rebeldes, o equilíbrio de poder em Locksley começa a alterar-se. De perseguido pelas autoridades e exilado na perigosa floresta de Sherwood, Robin passa a ser um ícone de esperança para a cidade. E isso preocupa os seus corruptos antagonistas: a implacável Xerife de Nottingham e Guy Gisborne, senhor do crime. Com os planos ameaçados por este jovem, nenhum artificio ou estratagema é demasiado elaborado para travar a revolução. Todavia, nenhum obstáculo é demasiado grande para este inesperado herói.

No estilo da coleção CHERUB, que conta com mais de meio milhão de exemplares vendidos em Portugal e tem sido descrita como "evangelizadora da leitura", Robert Muchamore traz um novo volume desta série que promete apaixonar uma nova geração de leitores.

SOBRE O LIVRO

Quando Clare Gisborne e Little John regressam à escola, depois do famoso motim de Locksley, o clima de rebelião ainda paira no ar, e o nome de Robin Hood está grafitado por todo o lado.

O poder está a mudar de mãos. A filha do criminoso mais odiado de Locksley, temida por todos os colegas, vê-se agora completamente posta de lado.

Entretanto, no Centro Comercial de Sherwood, Robin tem assuntos para resolver. Está decidido a piratear o escritório da Xerife Marjorie, para que os rebeldes fiquem a par de todos os seus planos. E a ajudar os ativistas pelos direitos dos animais a pôr termo a uma caçada cruel nos terrenos do Castelo de Sherwood…

Robin Hood é uma lenda… mas não a que imaginas.

SOBRE O AUTOR

Robert Muchamore nasceu a 26 de dezembro de 1972, em Islington, Inglaterra. Trabalhou durante treze anos como detetive privado, mas abandonou a profissão para se dedicar à escrita a tempo inteiro. Costuma levar quatro a cinco meses a escrever um livro, sendo que dedica o primeiro à pesquisa e o segundo à planificação da história. Só depois escreve. Segundo o próprio, tentar escrever aquilo que gostaria de ter lido aos 13 anos de idade foi a principal razão para a criação da coleção CHERUB.

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