2020-07-16

Andreia C. Faria vence Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2019

Prémio distingue Alegria para o fim do mundo , publicado na coleção de poesia elogio da sombra

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A poeta Andreia C. Faria é a vencedora do Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2019, com o livro Alegria para o fim do mundo , publicado pela Porto Editora na coleção de poesia elogio da sombra .

Andreia C. Faria nasceu no Porto, em 1984. Publicou em 2008 o seu primeiro livro de poemas, De haver relento (Cosmorama Edições). Seguiram-se Flúor (Textura Edições, 2013), Um pouco acima do lugar onde melhor se escuta o coração (Edições Artefacto, 2015) e Tão Bela Como Qualquer Rapaz (Língua Morta, 2017), que recebeu o Prémio SPA 2018 para Melhor Livro de Poesia. Em 2019, Alegria para o fim do mundo é publicado pela Porto Editora na elogio da sombra , inaugurando esta coleção com curadoria de Valter Hugo Mãe.

Na nota que acompanha esta obra, Valter Hugo Mãe descreve o trabalho de Andreia C. Faria como um dos «mais urgentes, magníficos, da poesia contemporânea. A sua profundidade, uma contenção que não a impede da frontalidade, o enunciado terrivelmente irónico, o rasgo inesperado de cada verso, fazem do seu texto uma novidade por classificar, demarcando-a inclusive do colectivo de mulheres poetas que hoje escrevem também em força e bastante esplendor.»

SOBRE O LIVRO

«Admiro a sua atmosfera desarmante construindo grande intimidade, sem se tornar obscena e sem fazer cedências. Há uma bravura férrea que nos parece sugerir que a intimidade está posta no poema como matéria responsável, animal ciente que se analisa numa medicina rica, eficaz. São poemas da "difícil cria", pessoa improvável, consciência improvável, como desigual, desajustada, que profere para saber de si mas, sobretudo, para desmascarar. O poema está para a perplexidade mas está igualmente para a constatação de que adiantará muito pouco perante o elementar estrago existencial.»
Por Valter Hugo Mãe, coordenador da coleção elogio da sombra

SOBRE A AUTORA

Andreia C. Faria nasceu no Porto, em 1984. Publicou em 2008 o seu primeiro livro de poemas, De haver relento (Cosmorama Edições). Seguiram-se Flúor (Textura Edições, 2013), Um pouco acima do lugar onde melhor se escuta o coração (Edições Artefacto, 2015) e Tão Bela Como Qualquer Rapaz (Língua Morta, 2017), que recebeu o Prémio SPA 2017 para Melhor Livro de Poesia.
 

 

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