A magia de Ahmed conquistou o Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas | Porto Editora

Edição n.º 20, março de 2016

Foram 115 os trabalhos a concurso nesta VII edição do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas | Porto Editora – o primeiro lugar foi para um conto que aborda a questão dos refugiados.

Nos últimos dias de fevereiro, realizou-se na Póvoa de Varzim mais uma edição do “Correntes D’Escritas”, o mais importante evento literário realizado no nosso país, tendo sido conhecidos os trabalhos distinguidos pelo Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas | Porto Editora.

O primeiro prémio foi atribuído à turma do 4.º ano A da Escola Básica José Manuel Durão Barroso, de Armamar, pelo trabalho A magia de Ahmed, tendo o conto A árvore da amizade, do 4.º ano CL2, da Escola Básica de Lama, de Barcelos, sido distinguido com o segundo prémio, e Uma história não acaba, pode nascer outra vez, do 4.º ano A, da Escola EB1 do Areeiro, de Coimbra, recebido o terceiro prémio.

O júri decidiu ainda atribuir três menções honrosas, uma na categoria de Texto ao trabalho Façamos o Mundo Feliz, do 4.º ano 6, da Escola Básica do Vale do Âncora, de Vila Praia de Âncora, e duas na categoria de Ilustração para os trabalhos Sebastião. O Lápis Sabichão, do 4º. B, do Colégio Paulo VI, de Gondomar, e Maria Trigueirinha, do 4º. A, da Escola EB1 de Cadilhe, Amorim, Póvoa de Varzim.

De referir que esta iniciativa dirigida aos alunos e professores do 4.º ano de escolaridade tem como objetivos promover os hábitos de leitura e de escrita, a criatividade e a imaginação através do desenho e, não menos importante, contribuir para o desenvolvimento de um espírito de grupo, de colaboração e de partilha de objetivos comuns. O desafio lançado é escrever e ilustrar um conto original, havendo total liberdade temática, através de um trabalho coletivo e sob a supervisão do professor.

Javier Cercas vence Prémio Literário Casino da Póvoa

Ainda no âmbito do “Correntes D’Escritas”, é de realçar a atribuição do Prémio Literário Casino da Póvoa ao escritor espanhol Javier Cercas pela obra As Leis da Fronteira, publicada pela Assírio & Alvim (Grupo Porto Editora) em maio de 2014.

Considerada uma “obra prima da narrativa” (La Repubblica), As Leis da Fronteira é uma impetuosa história de amor e desamor, de enganos e violência, de lealdades e traições, de enigmas por resolver e de vinganças inesperadas.

O Prémio Literário Casino da Póvoa vem reforçar o estatuto de Javier Cercas como um dos escritores mais importantes da narrativa contemporânea. Nascido em Ibahernando, Cáceres, em 1962, Javier Cercas tem os seus livros traduzidos em mais de 30 línguas e já foi distinguido com diversos prémios, de que destacamos: Prémio Nacional de Literatura, Prémio Cidade de Barcelona, Prémio Salambó, Prémio da Crítica do Chile, Prémio Llibreter, Prémio Qué Leer, Prémio Grinzane Cavour, Prémio The Independent Foreign Fiction, Prémio Arcebispo Juan de San Clemente, Prémio Cálamo, Prémio Mondello, Prémio Internacional Terenci Moix e The European Athens Prize for Literature. Em 2011 foi-lhe atribuído o Prémio Internacional do Salão do Livro de Turim pelo conjunto da sua obra.

De sublinhar que, para este Prémio Literário Casino da Póvoa, estavam nomeadas outras obras publicadas pela Porto Editora: A Desumanização, de Valter Hugo Mãe; A Liberdade de Pátio, de Mário de Carvalho; e Hereges, de Leonardo Padura.

 
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