2017- Aceitamos este desafio?
Joana Sucena
2017- Aceitamos este desafio?
2017- Aceitamos este desafio?

Às doze badaladas, a ver o fogo de artifício, em festas ou na tranquilidade dos nossos lares, muitos são os festejos do novo ano que agora inicia.

Há champanhe, uvas passas e uma grande variedade de desejos que gostaríamos de ver concretizados em 2017.

Paz, saúde, realização no domínio pessoal e profissional serão uma tónica dominante entre os pedidos de cada um.

Para além destes desejos, começamos o ano com determinação para alcançar novos desafios e para concretizar novos projetos.

Toda esta energia positiva, aliada à vontade de fazermos mais e melhor, dá-nos a força necessária para concretizarmos sonhos e para pormos em prática várias estratégias que nos vão ajudar a melhorar e “crescer”.

Mas, nesta época festiva, não nos devemos esquecer de fazer um balanço do ano que terminou, de analisar quais os projetos não concretizados e pensar no que podemos fazer para evoluir em diversos domínios.

No domínio profissional, e enquanto educadores de infância, seria interessante “olharmos” para o nosso grupo de crianças e para a prática que temos desenvolvido com as mesmas e questionarmo- nos:
    • Estamos a dar a atenção necessária a cada uma das nossas crianças?
    • Consideramos a criança como o sujeito e agente do processo educativo?
    • Fomentamos no nosso grupo momentos de entreajuda, solidariedade e de inclusão?
    • Promovemos atividades que vão ao encontro das características do grupo e dos seus interesses?
    • Desenvolvemos projetos inovadores e criativos?
    • Envolvemos pais/famílias nos projetos desenvolvidos de forma a contribuírem e participarem nos mesmos?
    • Realizamos atividades que abranjam as diferentes áreas de conteúdo?
    • Fomentamos momentos de interação entre as diversas faixas etárias?
    • Organizamos um ambiente educativo seguro, apelativo e facilitador do desenvolvimento da criança?
Apesar de estas serem apenas algumas das muitas questões a ponderar, o grande objetivo é avaliar criticamente nossa prática educativa e criar estratégias para o seu melhoramento.

Com um envolvimento ativo e estruturado de todos os agentes educativos, realçando o papel primordial dos pais na educação dos seus filhos, teremos crianças mais motivadas, confiantes e felizes.

Para todos, um excelente 2017!

Joana Sucena — Educadora de infância do ensino privado

 

Uma sala, imensas possibilidades
Porto Editora
nov 2019
Elogiar: como e o quê?
Adriana Campos
out 2019
A entrada dos adultos na creche/jardim de infância
Adriana Campos
set 2019
Manifesto a favor da desprogramação do tempo livre das crianças
Manuel Rangel (1956 – 2015)
jul 2019
A importância do contexto familiar na felicidade da criança e do seu bem-estar
Manuela Queirós
mar 2019
Back to Top