Este autor islandês, considerado já uma das grandes vozes da literatura escandinava, tem vindo a cativar leitores de todo o mundo, especialmente os apreciadores do policial nórdico, e a sua obra foi agraciada com vários prémios, como o CWA Gold Dagger e o Prémio Chave de Vidro.
Indridason já foi crítico e realizador de cinema, mas neste momento dedica-se por completo à escrita. Em
A Voz, o autor apresenta-nos um policial cuja trama se passa num famoso hotel de Reiquiavique, lotado nas vésperas do Natal, onde funcionários e hóspedes escondem passados misteriosos e ninguém é quem parece ser.
Depois de publicar
O Hipnotista, de Lars Kepler, a Porto Editora reforça, com
A Voz, a sua linha de policiais nórdicos de sucesso.
SINOPSE
Gudlaugur, o velho porteiro de um dos mais famosos hotéis de Reiquiavique, é encontrado seminu e apunhalado no seu miserável quarto na cave do hotel. Mas Gudlaugur é muito mais do que um simples porteiro que também se disfarça de Pai Natal para as festas das crianças - ele é um completo mistério. Ao fim de vinte anos a trabalhar no hotel, ninguém parece conhecê-lo verdadeiramente.
À medida que a investigação prossegue, uma teia de más intenções, avidez e corrupção começa a emergir. Toda a gente - entre funcionários e hóspedes - tem algo a esconder. Mas o segredo mais chocante reside no passado da vítima, no qual o inspetor Erlendur tem de mergulhar para encontrar o assassino.
Um romance tenso, com uma atmosfera perturbante, pela mão de um dos melhores escritores de policiais da Europa.
O AUTOR
Arnaldur Indridason (Reiquiavique, 1961) é historiador, jornalista e crítico literário e de cinema. Durante vinte anos trabalhou para o
Morgunbladid, o mais importante diário da Islândia, antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro. Publicados em vinte e seis países, os seus romances rapidamente se transformam em
bestsellers.
A sua obra tem recebido vários prémios, entre os quais se destacam o Prémio Chave de Vidro (2002 e 2003), atribuído pela Associação Escandinava do Romance Policial, e o CWA Gold Dagger (2005).
IMPRENSA
«Arnaldur Indridason escreve romances que é impossível abandonar antes da última página. É a grande voz literária das terras frias do Norte.»
Luis Sepúlveda
«Arnaldur Indridason é já um fenómeno literário - e é fácil perceber porquê...»
Harlan Coben
«De uma beleza desoladora.»
The New York Times Book Review
«Indridason consegue atingir uma extraordinária riqueza psicológica.»
The Independent
«A Islândia encontrou o seu Mankell... Um narrador de grande qualidade. Erlendur é uma personagem soberba.»
Die Welt
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