Ao segundo livro, outra referência do policial
Depois de O Projeto Janus, de Philip Kerr, a Porto Editora publica Fetiche, de Tara Moss, disponível a 8 de julho.
29-06-2010
Conversor ortográfico

O segundo livro da coleção ALTA TENSÃO, Fetiche, está disponível a 8 de julho e dá a conhecer aos leitores portugueses uma autora que se tem vindo a tornar numa referência do género policial.

No âmbito da literatura policial australiana, Tara Moss é hoje a escritora de maior sucesso - meio milhão de livros vendidos comprovam-no. Na Europa, as editoras, muitas delas prestigiadíssimas na publicação de policiais, não estavam desatentas e lutaram arduamente pelos direitos editoriais da autora. Em Espanha, no último ano, atingiu enorme sucesso e isso começa a acontecer um pouco por todo o mundo, uma vez que Tara Moss está já traduzida em mais de vinte línguas, em dezassete países.

Depois de Philip Kerr e Tara Moss, vão ser publicados na coleção ALTA TENSÃO autores como Ian Rankin, Fred Vargas, Michael Connelly e Arnaldur Indridason.

O enredo
Makedde Vanderwall é estudante de Psicologia Forense e, nas horas vagas, modelo internacional. Contactada pela agência para realizar alguns trabalhos de moda e relançar a sua carreira, viaja até Sydney, aproveitando a oportunidade para visitar a sua melhor amiga, Catherine Gerber. Mas as passarelas e as intrigas do mundo da moda depressa perdem importância quando Mak tropeça literalmente no corpo mutilado da amiga. Catherine é a mais recente vítima do «assassino dos stilettos», um homicida cruel que sequestra as suas presas e as tortura, para em seguida as matar. Incapaz de se afastar da investigação, Mak ver-se-á enredada num mortífero jogo do gato e do rato, longe de saber que ela própria se tornou na obsessão de um sádico psicopata...

A autora
Depois de triunfar como top model internacional, Tara Moss tornou-se numa das escritoras australianas de maior sucesso. Licenciada em Jornalismo em 1997, venceria o Scarlet Stiletto Young Writer's Award no ano seguinte com o conto Psycho Magnet. Desde então os seus romances receberam prestigiosos prémios na Austrália e encontram-se traduzidos em 17 países. A pesquisa minuciosa que realiza para cada um dos seus livros já a levou a visitar a Academia do FBI, em Quantico, a conviver com brigadas da polícia e a tirar a licença de detetive privado. Em 2007, foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade pela UNICEF.

Críticas

«A Agatha Christie de saltos altos.»
El Mundo

«Tara Moss marca a chegada de uma nova voz feminina para os leitores de romances policiais.»
Publishers Weekly

«Moss é meticulosa a descrever os procedimentos de investigação, granjeando muitos elogios pela autenticidade dos seus policiais... Ela é bem capaz de se tornar numa das autoras mais bem-sucedidas no género.»
World Literature Today

«
Cheio de intriga e suspense. Os apreciadores do género irão adorar.»
Melbourne Weekly

«Não se contentando em ter as feições de uma deusa, Tara Moss é inteligente, divertida e sabe escrever.»
The Australian



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